Vamos colocar isso no universo. Amar é muito importante. Esses sentimentos ruins como raiva, desprezo, inveja, só nos fazem piores do que aquilo que odiamos... Alegria, felicidade, inspiração, bondade. solidariedade....
quinta-feira, 26 de julho de 2007
domingo, 22 de julho de 2007
Paixão Pagu!

A autobiografia de Patrícia Galvão, antes de mais nada, é uma aula sobre o movimento Modernista no Brasil. Além de revelar a todos nós o que existia nos bastidores das reuniões intelectuais, ela nos mostra a verdadeira face do movimento comunista no Brasil durante o período militar. Um misto de História e Literatura do começo do século XX. De brinde você ainda fica sabendo a vida de uma das mulheres mais polêmicas da história do Brasil. Em meio a várias auto-analises Pagu fala uma coisa que me impressiona muito. Algo que trouxe para minha vida e que com o comentário do lobotomia verbal me fez perceber o quanto significado aquelas palavras expressas em minha frente continham uma reflexão inestimável. Não me recordo corretamente o que foi dito pela Patrícia Galvão, decorei a minha interpretação sobre aquilo. A Pagu me disse que diariamente fazemos coisas que não queremos, que não estamos a fim, que não curtimos. Simplesmente porque achamos que um dia isso serviria para alguma coisa, que um dia ajudaria a formar uma pessoa melhor. Não vou permitir que meu blog se torne uma guerra para promover o Lobotomia Verbal, afinal de contas, só meia dúzias de gatos pingado o visitam, não vejo qual a promoção que essa pessoa (desconhecida) teria aqui no meu blog. Esse é um dos pontos que venho esclarecer com sua pessoa: o blog é um espaço que divido com uma outra pessoa, e que não uso para fazer qualquer tipo de sensacionalismo, ou me promover. Sinceramente, além da Savanna, do Deyvid, da própria Lilith, e da Thaísa, ninguém ler o que escrevo. Por isso eu falo o que quero e exponho a minha opinião de forma chula e ... (esqueci o outro temo que usou). è o meu espaço, gosto de escrever assim, não me importo com os meus erros ortográficos. Não me considero um autor, nem um crítico, muito menos um revolucionário! Sou sim, um estudante que tem um blog, que três pessoas visitam e que me deixam contente por isso. Escrevo porque me faz bem, escrevo porque aprendi com a Clarice Lispector, que pensar é um ato. Sentir é um fato. Eu escrevo porque estou escrevendo. Agora, lamento muito, se interpreta os meus textos de forma equivocada! E desvias os fatos, e interpreta a sua maneira. Me chama de prepotente e que me acho superior! me pergunto! alguma vez invadi o seu espaço, falei coisas que desvirtuaram do seu objetivo? Para evitar conclusões erroneas como a do tal lobotomia verbal, venho esclarecer algumas coisas. em nenhum momento minha intenção foi ofender os meidinhos. Os acho muito capazes sim, e o que me espanta é esse comodismo em que os primeiros anos mergulharam. Não quis generalizar, mas minha concepção de meidinho é todo aquele primeiro ano que ao entrar no cefet-se se deslumbra e agi de forma estranha como se o colégio fosse um parque de diversões! Aliás esse termo pejorativo, só uso com alguns exemplos que andam pelos corredores aos gritos, atrapalham aula, e etc. Outra coisa se não quero participar do movimento estudantil, é primeiro porque nunca senti que ele existe, mas não atrapalho quem queira realmente lutar. Teve até um movimento pela abertura do refeitório, que achei interessante, não participei pois não encontro mais energia para isso. Como toda mundo erro, pago a língua que (no meu caso é grande...), e cometo erros.... principalmente os ortográficos! Bem mas, voltando a Pagu! Como a Bin Falou ela emociona, faz doer! Eu não sei qual a visão que tinha da Pagu, mas acho que a grande lição que sua história me traz, é que somos mais "revolucionários" quando tiramos nossas própria conclusões, a la Leila Diniz, e não quando seguimos teorias pré-fabricadas.
domingo, 15 de julho de 2007
Socorro! Alagaram o Auditório! Acudam!
Sinto muito em ter que usar o meu espaço virtual, para fazer minhas reclamações e desabafar, mas ando mesmo sem um pingo de paciência e admito que não tenho mais forças para o movimento estudantil falido do Cefet-se, com uma diretoria de grêmio rídicula e sem noção! Falar dos novos meidinho é perder tempo. E criticar a direção de do tempo melhores é cometer os mesmos erros e isso eu não me permito. Afinal, todo mundo já está ciente que eles não foram aquilo que deveriam ser! Sem quixotismo! Sem criticas avulsas! Não estou aqui para reinivindicar porra nenhuma, quero só lamentar a péssima condição do Auditório Engenheiro Pedro Brás. O local já não era dos melhores, mas era o único que tínhamos para os ensaios
e as atividades do Grupo Gia, e, sinceramente, tinha uma cortina maneira, o tamanho era legal, e as luzes vermelhas eram as únicas que condiziam com o teatro. Do nada, enfrentamos uma bela de uma burocracia! Para voltar a usar o nosso velho auditório tivemos muito trabalho: Projetos, reuniões, pautas, documentos, acordos, contra- partidas, etc e tal. Finalmente, depois de um mês parado voltamos e o que encontramos? Cortina quebrada (que só pode ser utilizada graças ao Alfredo), piso arrombado (não tem como definir como outra forma) Graças a um alagamento! Cheiro de mofo! ETC e tal , me sinto abandonado. Me sinto com vontade sem praticas! vendo essa foto, sinto falta dos ensaios que davam certo de "A Serpente" e me pergunto se vamos fracassar! O último ensaio foi uma porcaria. Todos foram mal, e comprovamos ao xuxuzinho da Savanna que somos um bando de otários, sem experiência, e desocupados e pior de tudo: Péssimos atores! Poxa! Será se o xuxuzinho da Savanna, sendo tão politico, tão anarquista, não entende que não importa se somos bons ou ruins, se somos otários ou não. O que importa é que estamos fazendo algo para modificar nossa vida. Algo com cultura! Algo com contéudo! E não estamos nem aí para os outros, queremos preencher nossas vidas, e, não precisamos de pessoas que nos minimizem , estamos nos maximizando... Quem não gosta, só posso dizer: QUE SE FODA!
e as atividades do Grupo Gia, e, sinceramente, tinha uma cortina maneira, o tamanho era legal, e as luzes vermelhas eram as únicas que condiziam com o teatro. Do nada, enfrentamos uma bela de uma burocracia! Para voltar a usar o nosso velho auditório tivemos muito trabalho: Projetos, reuniões, pautas, documentos, acordos, contra- partidas, etc e tal. Finalmente, depois de um mês parado voltamos e o que encontramos? Cortina quebrada (que só pode ser utilizada graças ao Alfredo), piso arrombado (não tem como definir como outra forma) Graças a um alagamento! Cheiro de mofo! ETC e tal , me sinto abandonado. Me sinto com vontade sem praticas! vendo essa foto, sinto falta dos ensaios que davam certo de "A Serpente" e me pergunto se vamos fracassar! O último ensaio foi uma porcaria. Todos foram mal, e comprovamos ao xuxuzinho da Savanna que somos um bando de otários, sem experiência, e desocupados e pior de tudo: Péssimos atores! Poxa! Será se o xuxuzinho da Savanna, sendo tão politico, tão anarquista, não entende que não importa se somos bons ou ruins, se somos otários ou não. O que importa é que estamos fazendo algo para modificar nossa vida. Algo com cultura! Algo com contéudo! E não estamos nem aí para os outros, queremos preencher nossas vidas, e, não precisamos de pessoas que nos minimizem , estamos nos maximizando... Quem não gosta, só posso dizer: QUE SE FODA!Mas sério! Precisamos do Auditório como antes! Putz! que maldição o Nelson guarda, perdoa-me demorou que só, A Serpente vai ser o mesmo?
sábado, 14 de julho de 2007
Linha Eduardo Gomes/Desembargador
Hoje estava dando mais um giro pelo meu querido conjunto Eduardo Gomes. Até cheguei a analisar que é de certa forma meu refugio. Lá tem a a casa da tia Iara, os meus amigos da eletricidade, o namorado da Preta (e consequentemente a Preta, que é o que interessa).
Ir para o Eduardo é como retornar a um paraíso perdido. Odeio que critiquem o local. È interior sim, tem ladeira, canal, é agitado, tem malandro (em qualquer lugar do Brasil tem). E daí? Mas lá também tem bono a R$ 1,00, locação de filme a mesma tarifa aos domingo! Meninas de minisaias e miniblusas, e o pessoal que eu curto! E hilário sempre o Hollywood Gomes tem uma história para contar, principalmente sua linha de ônibus, é antes, durante ou depois da viagem. Sempre a algo pra se comentar ou refletir, ou simplesmente rir!
Dessa vez, tava eu la no Terminal do Centro, comprei um baita de um sorvete (que só tinha tamanho porque era horrível, Conselho: sorvete só do Terminal Dia, por falar em Dia, só hoje descobri que era Distrito industrial de aracaju) Entrei no ônibus, como sempre no mesmo sufoco! Do nada senta um hippie do meu lado. Eu sempre achei exótico essa galera. Afinal de contas o movimento hippie foi importante no século XX, mas hoje em dia está isento de significado.
- E aí você viaja na arte? - falou o cara me mostrando o seu artesanato. Confesso, fiquei um pouco temeroso. Depois que o meu iluminado me disse que levou uma carreira de um hippie uma vez na praça da catedral , comecei a ter mais cautela.
- Pô, velho, tô sem grana - "Putz! Dinheiro pro sorvete o mauricinho teve, mas pra me ajudar, o cara é um avarento" deve ter pensado o hippie.
- Tu mora no Eduardo?
- Não, visito sempre - respondi
- E tu conhece os malucos da aréa?
"Malucos! Putz! Tô ferrado, o hippie quer saber o meu itinerário" pensei em meu preconceito reprimido
- Não - respondi
Seguimos a viagem em silêncio, talvez eu devesse ter perguntado, ou tirado minhas dúvidas sobre os hippies. Mas encarar o cara era osso, ele tinha os dois dentes podres - nada contra, mas morro de medo que os meus fiquem assim. Entra duas velhinhas, e o hippie oferece o lugar, tirando todas as minhas suspeitas e me mostrando cada vez mais como esses caras são honestos e um exemplo de ser-humano e cidadania, eu faço o mesmo. Vamos para o mesmo canto no ônibus, mas permanecemos em silêncio. No outro ponto entra uma morena linda, dos olhos cor de mel, gestante, e fica olhando a arte do tal hippie, ele, vendo a possibilidade de venda aproxima seus objetos da gestante
- E aí? Gostou?
A morena linda afirma, mas não compra nada mesmo com as promoções do hippie:
- E você mora no Eduardo?
- Não, no Rosa Elze - responde a linda morena gestante de olhos cor de mel, me dando a certeza que esse bairro é o recanto das morenas lindas, afinal, de lá é que vem a minha Preta!
A futura mãe conversava com o hippie, sempre sorrindo pra mim, de certa forma me integrando a conversa:
- Pô, tá com quantos meses?
- 5 - Faz sinal a morena com a mão.
- Eu tenho um menino de 2 anos, tá em Pernambuco, com a mãe. Agora tô aperriado pra levar R$ 150,00 pro colégio dele, porque minha mãe quer que estude no mesmo colégio que estudei! Eu pago metade e ela a outra metade.
Incrivel , é o segundo hippie que conheço que provém de família com boas condições e que teve boa educação. Será se todos são assim?
- Meu bebê vai ser uma menina.
- Então já vai namorar com meu menino!
Será se quando eu for pai, vou entender essa ânsia dos pais em querer arranjar namorada para os filhos? O meu velho é desse mesmo jeitinho
Conversa e conselhos de pais são trocados pelos dois, sob o meu sorriso e a minha simpatia.
Ir para o Eduardo é como retornar a um paraíso perdido. Odeio que critiquem o local. È interior sim, tem ladeira, canal, é agitado, tem malandro (em qualquer lugar do Brasil tem). E daí? Mas lá também tem bono a R$ 1,00, locação de filme a mesma tarifa aos domingo! Meninas de minisaias e miniblusas, e o pessoal que eu curto! E hilário sempre o Hollywood Gomes tem uma história para contar, principalmente sua linha de ônibus, é antes, durante ou depois da viagem. Sempre a algo pra se comentar ou refletir, ou simplesmente rir!
Dessa vez, tava eu la no Terminal do Centro, comprei um baita de um sorvete (que só tinha tamanho porque era horrível, Conselho: sorvete só do Terminal Dia, por falar em Dia, só hoje descobri que era Distrito industrial de aracaju) Entrei no ônibus, como sempre no mesmo sufoco! Do nada senta um hippie do meu lado. Eu sempre achei exótico essa galera. Afinal de contas o movimento hippie foi importante no século XX, mas hoje em dia está isento de significado.
- E aí você viaja na arte? - falou o cara me mostrando o seu artesanato. Confesso, fiquei um pouco temeroso. Depois que o meu iluminado me disse que levou uma carreira de um hippie uma vez na praça da catedral , comecei a ter mais cautela.
- Pô, velho, tô sem grana - "Putz! Dinheiro pro sorvete o mauricinho teve, mas pra me ajudar, o cara é um avarento" deve ter pensado o hippie.
- Tu mora no Eduardo?
- Não, visito sempre - respondi
- E tu conhece os malucos da aréa?
"Malucos! Putz! Tô ferrado, o hippie quer saber o meu itinerário" pensei em meu preconceito reprimido
- Não - respondi
Seguimos a viagem em silêncio, talvez eu devesse ter perguntado, ou tirado minhas dúvidas sobre os hippies. Mas encarar o cara era osso, ele tinha os dois dentes podres - nada contra, mas morro de medo que os meus fiquem assim. Entra duas velhinhas, e o hippie oferece o lugar, tirando todas as minhas suspeitas e me mostrando cada vez mais como esses caras são honestos e um exemplo de ser-humano e cidadania, eu faço o mesmo. Vamos para o mesmo canto no ônibus, mas permanecemos em silêncio. No outro ponto entra uma morena linda, dos olhos cor de mel, gestante, e fica olhando a arte do tal hippie, ele, vendo a possibilidade de venda aproxima seus objetos da gestante
- E aí? Gostou?
A morena linda afirma, mas não compra nada mesmo com as promoções do hippie:
- E você mora no Eduardo?
- Não, no Rosa Elze - responde a linda morena gestante de olhos cor de mel, me dando a certeza que esse bairro é o recanto das morenas lindas, afinal, de lá é que vem a minha Preta!
A futura mãe conversava com o hippie, sempre sorrindo pra mim, de certa forma me integrando a conversa:
- Pô, tá com quantos meses?
- 5 - Faz sinal a morena com a mão.
- Eu tenho um menino de 2 anos, tá em Pernambuco, com a mãe. Agora tô aperriado pra levar R$ 150,00 pro colégio dele, porque minha mãe quer que estude no mesmo colégio que estudei! Eu pago metade e ela a outra metade.
Incrivel , é o segundo hippie que conheço que provém de família com boas condições e que teve boa educação. Será se todos são assim?
- Meu bebê vai ser uma menina.
- Então já vai namorar com meu menino!
Será se quando eu for pai, vou entender essa ânsia dos pais em querer arranjar namorada para os filhos? O meu velho é desse mesmo jeitinho
Conversa e conselhos de pais são trocados pelos dois, sob o meu sorriso e a minha simpatia.
Depois a morena gestante de olhos cor de mel desce no Rosa Elze sob nossas felicitações para seu período de gestação, e eu desço no ponto da igreja do Eduardo, deixando o hippie simpático de dentes podres puxando conversa com mais uma passageira, afinal, a mensalidade do colégio do filho dele era bem cara...
Retomar é regredir!
Detesto aquele gostinho de retorno. Detesto essa sensação que bate no peito, ao saber que vou voltar à mesma rotina diária. Odeio essa ilusão que tenho mais uma oportunidade de fazer diferente, sendo que eu sei que vou ser o mesmo. Cometendo os mesmos erros, sonhando da mesma forma. Magoando e me magoando. Tudo de novo. Diferente mesmo só a data na folha do calendário e a certeza que estou um dia mais velho.
Será que você não vai cansar de sonhar? Será que você não vai desistir? Até quando você vai continuar forjando uma pessoa que não é?
- “Signo de Gêmeos: A previsão do dia de hoje é sucesso no seu trabalho profissional e na sua vida amorosa.. Cuidado com a preguiça, ela é o único pecado que pode atrapalhar o seu sucesso. A cor pra hoje é vermelho e a dezena é 27.” Falava o locutor daquela rádio patética que sempre ouvia no ônibus.
Ah, ta! Com tantos pecados capitais o meu signo tinha de lembrar logo do meu favorito? Mas não, imagine! Estou recuperado! Tenho ânimo! Quero fazer tudo que não fiz desde o começo do ano. Tenho projetos, a minha cabeça não pára de criar e reinventar. Dessa vez a preguiça não ia se apoderar de mim. Dessa vez eu ia completar o meu dia
- “Essa simpatia é para os homens que têm mulheres com muito fogo sexual! Ponha num balde de água filtrada uma colher de sal grosso, uma colher de bicarbonato de sódio... Ponha a calcinha usada de sua mulher, depois deixe no sereno por três dias. O importante é que ela não saiba que a simpatia está sendo feita. Após isso devolva a peça íntima da sua mulher e logo em seguida sua simpatia se realizará. No programa de amanhã confira a simpatia para a mulher que tem o marido com pouco apetite sexual.”
Todos riam, ninguém levava a sério a tal simpatia. E eu continuava planejando não ver as mesmas pessoas, não recair nas mesmas conversas maçantes, não responder os mesmos questionários, não provocar as mesmas brigas, não beijar a mesmas bocas, não me drogar da mesma forma.
Eis que desço do ônibus, e, na primeira reação do universo eu me desanimo e passo o dia a cometer as mesmas burrices, a conviver com as mesmas pessoas.
ps: Voltei a ativa, infelizmente o Nr não vai estar aqui postando todas as madrugadas. acudam! cadê a Lilith!
Será que você não vai cansar de sonhar? Será que você não vai desistir? Até quando você vai continuar forjando uma pessoa que não é?
- “Signo de Gêmeos: A previsão do dia de hoje é sucesso no seu trabalho profissional e na sua vida amorosa.. Cuidado com a preguiça, ela é o único pecado que pode atrapalhar o seu sucesso. A cor pra hoje é vermelho e a dezena é 27.” Falava o locutor daquela rádio patética que sempre ouvia no ônibus.
Ah, ta! Com tantos pecados capitais o meu signo tinha de lembrar logo do meu favorito? Mas não, imagine! Estou recuperado! Tenho ânimo! Quero fazer tudo que não fiz desde o começo do ano. Tenho projetos, a minha cabeça não pára de criar e reinventar. Dessa vez a preguiça não ia se apoderar de mim. Dessa vez eu ia completar o meu dia
- “Essa simpatia é para os homens que têm mulheres com muito fogo sexual! Ponha num balde de água filtrada uma colher de sal grosso, uma colher de bicarbonato de sódio... Ponha a calcinha usada de sua mulher, depois deixe no sereno por três dias. O importante é que ela não saiba que a simpatia está sendo feita. Após isso devolva a peça íntima da sua mulher e logo em seguida sua simpatia se realizará. No programa de amanhã confira a simpatia para a mulher que tem o marido com pouco apetite sexual.”
Todos riam, ninguém levava a sério a tal simpatia. E eu continuava planejando não ver as mesmas pessoas, não recair nas mesmas conversas maçantes, não responder os mesmos questionários, não provocar as mesmas brigas, não beijar a mesmas bocas, não me drogar da mesma forma.
Eis que desço do ônibus, e, na primeira reação do universo eu me desanimo e passo o dia a cometer as mesmas burrices, a conviver com as mesmas pessoas.
ps: Voltei a ativa, infelizmente o Nr não vai estar aqui postando todas as madrugadas. acudam! cadê a Lilith!
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Me rendo....
Concordo que minha cabeça está fervilhando, que prometi que não postaria mais nada por achar que estou tomando o espaço da Lilith, que não escreveria mais nada por respeito a morte da Luzinete, mas eu sempre quebro todas as minhas promessa, e, além do mais, a Consuelo coçou o dia inteiro, sinal de que preciso escrever. Acabo de descobrir tudo pequena donzela debuntante, e, não me refiro a atual, refiro-me a de dois anos atrás. Não me fala a verdade! presumo, essa é a minha verdade. a invento, a procuro, a acho! Pra que continuar falando em você? Já é passado! e não tenho vocação para professor de história. Tô inventado histórias em minha mente enquanto meu pai não acorda! eu estou cada vez mais gordo! cada vez mais burro, preguiçoso! Socorro! Tô me afundando no meu vale interior! Faço o tipo insatisfeito e, cada dia me simpatizo mais com os suicidas! estou inventado uma nova morte a cada segundo! ainda me mato. Sempre tive medo de morte, mas hoje, a acho necessário, quem aguentaria viver tanto tempo? Quem aturaria essa hipocrisia tantas vezes! "nada será como antes" "nada será como antes" E eu... ainda me mato!" sangue...Sangue... Sangue... Puta que pariu!
domingo, 8 de julho de 2007
Perdoa-me por me traíres. Segundo Ato
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